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04/06/2010
O aguaceiro de 31 de maio não impediu a afluência ao lançamento do “Pacto por Fortaleza – a Cidade que Queremos até 2020”, inovadora ideia do presidente Salmito Filho. Eram pessoas do povo - como representantes da Federação dos Bairros e Favelas ( a partir da presidente Gorete Nogueira) e autoridades como o Governador em exercício, Desembargador Ernani Barreira; o representante da Assembléia, deputado Artur Bruno; o vice-prefeito Tin Gomes, representando a prefeita Luizianne Lins; Roseane Medeiros – Centro Industrial do Ceará... Nunca se viu tanto vereador, espontaneamente, prestigiando uma solenidade noturna, numa segunda-feira. O jovem Salmito Filho, convicto de que o “Pacto por Fortaleza” – a ser construído com a colaboração da sociedade civil organizada, autoridades, mundo acadêmico e povão - será uma contribuição efetiva da Câmara em busca de melhoria de vida na cidade – envolveu os 41 vereadores. Lá estiveram: José do Carmo, Iraguassu Teixeira, Marcus Teixeira, Marcelo Mendes, Acrísio Sena,Guilherme Sampaio, Ronivaldo Maia, Eliana Gomes, Magaly Marques, Paulo Facó, Leonelzinho Alencar, Walter Cavalcante, Vitor Valim, Adelmo Martins, Dr. Ciro, Joaquim Rocha, Casimiro Neto, Mairton Félix, Marcílio Gomes, Gelson Ferraz, João Batista, Carlos Dutra, Carlos Mesquita, Elpídio Nogueira, Adail Jr., Roberto Mesquita, Mário Hélio, Paulo Gomes, Plácido Filho e Antônio Henrique. Ausências foram justificadas. Até os deputados federais, José Pimentel e Eunício Oliveira se manifestaram... Nos meios universitários a repercussão é positiva, inclusive pela seriedade com que foram definidas metodologia e estrutura , com os eixos: Segurança Pública e Cidadania; Desenvolvimento Econômico e Social; Qualidade de Vida; Mobilidade Urbana; Resíduos Urbanos e Geração de Renda. Na Universidade Estadual do Ceará; o prof. Crisanto Medeiros de Lima Ferreira – coordenador do Curso de Pós-Graduação em Educação Ambiental e do Laboratório de Etnobiologia e Educação Ambiental – ETNOBIO/UECE considerou sábia a iniciativa do presidente, Salmito Filho, pois, “o Planejamento Estratégico tem que ser participativo: não podemos mais esperar soluções de gabinetes, pois, ao longo do tempo mostraram-se inócuas. As efetividades das ações tem que partir da contribuição dos vários segmentos da sociedade. Outras metrópoles conseguiram superar seus problemas através dessa metodologia”, comemorou, destacando aspectos ambientais tendo o homem como figura central. Já o coordenador do “Pacto por Fortaleza”, prof. João Bosco Furtado Arruda, da Universidade Federal do Ceará, louvou a conclamação feita à quantos queriam contribuir “com reflexão sobre a problemática da urbe e com sugestões para o seu enfrentamento, em uma perspectiva de sustentabilidade econômica, social e ambiental”. A Câmara deu a largada e isto é bom. Na execução espera-se o apoio dos poderes federal, estadual e municipal, pois não dá mais para se conviver sob o império do caos. Fonte: Paulo Tadeu/Opinião/O Estado
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