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21/06/2010
Fortaleza, conforme as palavras do vereador Salmito Filho (PT), presidente da Câmara Municipal, tem, finalmente, depois de muito esperar, uma perspectiva de futuro cheio de esperanças. Diante da certeza de que teremos todos os segmentos da cidade unidos em torno de uma ideia convergente rumo a um desenvolvimento global da cidade. É, em resumo, o que o presidente Salmito diz esperar do seu projeto denominado “Pacto por Fortaleza – A Cidade que Queremos”, cujas bases definitivas foram lançadas durante todo o dia de sábado, das 8 às 20 horas. Numa prova do grande interesse despertado em todos os setores da sociedade fortalezense, à reunião convocada, realizada no Auditório Vereador Ademar Arruda, contou com a presença não só dos 22 membros do Conselho de Cidadania que coordenará o “Pacto”, como também de deputados, vereadores e representantes de todos os segmentos de nossa sociedade. A Mesa que coordenou os trabalhos foi composta pelo presidente Salmito; empresário Roberto Macêdo, presidente da Fiec; professor João Bosco Furtado, da UFC; João Dummar Neto, presidente do Grupo de Comunicação O POVO; Valdetário Monteiro, presidente da OAB-CE; e Teresa Zaranza, representando todas as entidades de bairros de Fortaleza. PLANEJAMENTO Conforme advertia o vereador Salmito, aquela reunião, assim como as próximas, buscarão a elaboração de um planejamento amplo para Fortaleza. “Não poderíamos assim raciocinar, pois não dispomos de tempo para planejar a vida de uma cidade do porte de Fortaleza. Na verdade, buscamos, através do nosso Conselho de Cidadania, assim como de todos os parceiros, chegar a um diagnóstico realista, que nos mostre os caminhos a serem seguidos”, explica Salmito. Segundo o parlamentar petista, caberá à Câmara acolher todas as propostas oriundas do “Pacto”, debatendo-as e aprovando-as com base no Plano Diretor da Cidade. Os trabalhos serão orientados em cinco eixos: Segurança e Cidadania; Desenvolvimento Econômico e Social; Qualidade de Vida; Mobilidade Urbana e Resíduos Sólidos e Geração de Renda. Fonte: Jornal O Estado Data: 21/06/2010
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